Todo homem é um potencial estuprador. No entanto, nem todo homem é necessariamente um. É preciso entender isso.
Toda generalização e todo juízo de valor de um determinado grupo, por si só, gera segregações que cada vez menos contribuem para uma sociedade igualitária, pregada por esses ditos grupos.
Homens não tem útero, mas podem defender ou criticar aborto. Discussões levadas a grupos, e não entre grupos, são necessárias. Afinal, não preciso latir pra defender os animais, e nem ser pobre pra defender interesses coletivos.
Consciência vem daquele que para um carro, mesmo que obrigado, e desce apenas para aplaudir um protesto estudantil que vise um passe livre por exemplo.
Altruísmo e entender o outro é cada vez mais difícil. Não vou me alongar porque a quantidade de leitores é sempre inversamente proporcional ao tamanho do texto. No mais, pensar nem te apequena e nem te aprisiona. Não sejamos extremos. Até para não sermos iguais, apenas em oposição, àqueles que criticamos
Opinião de G.A.
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