quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Descriminalização é necessário.

Todo homem é um potencial estuprador. No entanto, nem todo homem é necessariamente um. É preciso entender isso.
Toda generalização e todo juízo de valor de um determinado grupo, por si só, gera segregações que cada vez menos contribuem para uma sociedade igualitária, pregada por esses ditos grupos.
Homens não tem útero, mas podem defender ou criticar aborto. Discussões levadas a grupos, e não entre grupos, são necessárias. Afinal, não preciso latir pra defender os animais, e nem ser pobre pra defender interesses coletivos.
Consciência vem daquele que para um carro, mesmo que obrigado, e desce apenas para aplaudir um protesto estudantil que vise um passe livre por exemplo.
Altruísmo e entender o outro é cada vez mais difícil. Não vou me alongar porque a quantidade de leitores é sempre inversamente proporcional ao tamanho do texto. No mais, pensar nem te apequena e nem te aprisiona. Não sejamos extremos. Até para não sermos iguais, apenas em oposição, àqueles que criticamos
Opinião de G.A.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Wherever You Will Go (acoustic ) – THE CALLING Live in Manila!



  Gostaria de arrancar-te do meu coração mas é tão forte que não posso deixar-te, você é o único vício, minha unica droga que não consigo parar de consumir. Poderia ir e mesmo assim continuaria a te amar.

domingo, 27 de novembro de 2016

Frase filosófica

Não acredito que existam qualidades, valores, modos de vida especificamente femininos: seria admitir a existência de uma natureza feminina, quer dizer, aderir a um mito inventado pelos homens para prender as mulheres na sua condição de oprimidas. Não se trata para a mulher de se afirmar como mulher, mas de tornarem-se seres humanos na sua integridade.
Simone de Beauvoir

sábado, 26 de novembro de 2016

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Tag: Só 1 palavra

Confere ai, se inscreve no canal e dar um like ai pessoal, pois tá ficando cada vez mais legal o meu canal. →

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

A importância do negro na sociedade brasileira

Quando recebemos no Brasil este povo maravilhoso, não sabíamos da sua grande importância e contribuição para todos os setores da economia, da cultura, da religião, das artes, da política e tantos outros. O continente Africano com sua grande diversidade cultural vê-se intensamente ligado à cultura brasileira, uma vez que recebemos neste país cerca de cinco milhões de negros africanos, que através da sua alegria e seu jeito de ser conseguiram produzir uma geração de pessoas alegres, mulatas lindas e um povo que de toda dificuldade tira uma lição de vida e se fortalece ainda mais. 
Os africanos que aqui checaram prezam muito a moral e a assemelham à religião, valorizam as tradições familiares, a natureza e o semelhante, para que não sejam punidos pelos espíritos com secas, enchentes, pestes, doenças, morte, etc.

A influencia do negro apesar de não ser aceita em muitas regiões foi automaticamente se implantando e sendo incorporada ao dia-dia da nação, contribuiu principalmente nos setores:
-Religião: candomblé usam para adorar seus orixás as expressões corporais, a dança, os tambores, batuques, atabaques, adornos, sacrifícios de animais ao som de cânticos;
-Capoeira durante a escravidão era utilizada como forma defensiva, já que não tinham acesso a armas;
-Culinária: acrescentou aos costumes indígenas e aos produtos naturais da terra o leite de coco, óleo de palmeira, azeite de dendê, a pimenta e até a feijoada feita a partir dos restos do boi ou do porco.
Nas fazendas brasileiras, apesar da maioria executar o trabalho braçal nas lavouras, sendo os únicos trabalhadores a movimentar toda a economia, alguns deles executavam trabalhos domésticos, serviam como reprodutores e até amas de leite. As mulheres raramente se casavam com coronéis, e acabavam influenciando nas decisões políticas dos vilarejos.
Os quilombos na sua maioria eram auto-suficientes, produzindo a agricultura de subsistência, tecidos, utensílios de barro, remédios naturais (a maioria desses conhecimentos trouxeram da sua terra natal).
Era importante para os colonizadores, divulgar que os africanos não possuíam almas, sendo assim também não possuiriam hábitos, costumes e cultura. Quem não possui cultura, não possui história conseqüentemente não existe, facilitando muito sua escravização. Se este fato cruel não houvesse ocorrido com certeza seríamos uma nação muito mais rica e avançada em todos os sentidos. 

Helen Marlei R. da Silva e Leonice Gossler 

Páginas